A litotripsia é um procedimento do urologista para a elminação de um cálculo formado. É comumente confundida com "laser". Não há nenhum raio laser nesse procedimento, é um confusão que está na boca do povo e não se sabe a origem.
A eliminação por Laser ainda é pouco utilizada no Brasil, mas ao contrário da LITOTRIPSIA (que oferece riscos de hemorragia, danos a outros órgãos, desenvolvimento de diabetes e hipertensão entre outros problemas) é sem dúvida o método mais eficaz, rápido e seguro que se conhece. O único problema desta técnica e o preço e os poucos lugares no Brasil que oferecem o tratamento por este método. O tratamento por Laser é conhecido como "Endoscopia flexível com Holmium Laser" - apesar do alto custo e dos poucos médicos que já utilizam este moderno procedimento, os resultados são fantásticos, pois resolve o problema rapidamente e sem causar nenhum tipo de reação ou problema posterior. Atualmente é o procedimento que vem se popularizando em outros países da America do Norte e da Europa no lugar da litotripsia (LECO, LEOC).
Os médicos e as clínicas de urologia resistem em explicar ao paciente os riscos que a LITOTRIPSIA oferece e adotam o procedimento como padrão para a maioria dos cálculos renais.
O nome todo é litotripsia extracorpórea por ondas de choque (abrevia-se LECO) e é feita com um emissor de ondas mecânicas que se transmitem num meio líquido até o cálculo do paciente. Essas ondas mecânicas (milhares numa sessão) em muitos casos quebram o cálculo e tornam a sua saída mais fácil. O procedimento todo é feito com o uso de sedativo ou analgésico. Tem chance de resolver em alguns casos com cálculos não muito grandes (no rim ou na parte superior do ureter) e perde eficiência quando o cálculo se encontra mais baixo no trato urinário.
A LITOTRIPSIA só pode ser indicada ou realizada por um urologista, sendo indicada pela Sociedade Brasileira de Urologia, a qual aparentemente possui ligação com os fabricantes dos aparelhos que fornecem materiais de apoio e orientação aos médicos.
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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Cálculo Renal e o NQI – Será que funciona ?
Estou criando esta postagem específica com este título (Cálculo Renal e o NQI – Será que funciona?), porque percebi haver polêmica ainda não esclarecida sobre o assunto.
Em 07 de Agosto de 2010 postei neste blog uma matéria sobre cálculos renais (litíase, nefrolitíase, pedra nos rins) e os tratamentos disponíveis: http://ademirpessanha.blogspot.com/2010/08/calculo-renal-e-os-tratamentos.html.
Nesta matéria, solicitava que os visitantes relatassem suas experiências com o tema para um posterior trabalho de avaliação. Recebi muitos relatos positivos a respeito do NQI e também muitas perguntas. Após analisar muito bem os fatos, conversei com outros colegas médicos, farmacêuticos, nutricionistas e bioquímicos a respeito de diversos depoimentos deixados em meu blog e também de outros depoimentos que encontrei navegando na internet. Os resultados do meu estudo apontam para um produto que já existe no mercado a muitos anos e que o boca a boca popularizou de forma estrondosa, mas que muitos médicos preferem desconsiderar como opção de tratamento por diversos motivos, dentre os quais está inclusive o fato do fabricante deste produto fornecer a composição exata da fórmula apenas para a ANVISA. Até onde pude compreender, por tratar-se de um suplemento nutricional sem contra indicações, pela legislação brasileira o fabricante está livre de fornecer na rotulagem a informação de quais fosfatos utiliza em sua composição. Certamente, conclui-se que isso ocorre no intuito de proteger os direitos autorais, evitando desta forma que este produto passe a ser manipulado em pequenas farmácias e produzido por outros laboratórios. Fiz contato com o laboratório fabricante do NQI e solicitei uma amostra do produto, mas informaram que não fornecem amostras e que devido a ser um suplemento tampouco trabalham com sistema de visita a médicos.
O NQI funciona para cálculo renal?
Comprei alguns frascos do suplemento e acompanhado de um farmacêutico bioquímico e de uma nutricionista, decidi fazer alguns experimentos. Depositamos uma pedra expelida por um paciente dentro de um tubo de ensaio com água e jogamos o pó de 20 cápsulas do NQI neste recipiente com a finalidade de observar o que poderia ocorrer. O resultado foi impressionante. Passados quatro dias, o que restava da pedra era apenas pó no fundo do tubo. Certamente o resultado no organismo humano depende de fatores muito mais complexos e por este motivo, após ter certeza de que o suplemento está devidamente autorizado pela ANVISA, que realmente é comercializado há muitos anos sem nenhuma incidência negativa relacionada ao seu uso e que também não causa nenhum mal estar a seus consumidores, resolvi testar por um período de 60 dias em cinco pacientes com formação recorrente de litíase (cálculo renal). Os cálculos destes pacientes (todos compostos por oxalato de cálcio) variando entre 3mm e 1,2cm. Obs. O uso em pacientes foi apenas a título de experimento. Devido a não ser um medicamento, não existe nenhuma prescrição ou adoção do NQI como recomendação de tratamento para nenhum tipo de doença.
Mais uma vez os resultados foram impressionantes. O suplemento não causou problemas a nenhum destes pacientes durante o período de uso. Após os 60 dias todos realizaram ultrassonografia e apenas um continuava com pedra no rim, porém com o tamanho significativamente reduzido.
Aos leigos, vejo a necessidade de esclarecer que apesar da aparente eficácia, o produto não se trata de um medicamento, estando descartado das opções médicas normalmente adotadas para tratamento de cálculo renal.
Obviamente que publicações voltadas aos produtos de laboratórios farmacêuticos e medicamentos alopáticos, como “bireme”, “pubmed”, “medline” sequer relatam a existência do produto, afinal, trata-se de um suplemento e não de um medicamento. Recomendo a todas as pessoas com problemas de litíase que sigam a orientação de seus médicos e que realizem o tratamento prescrito pelos mesmos, afinal, apesar de não possuir contra indicações e se mostrar eficaz em muitos casos, o uso do suplemento NQI em alguns casos específicos pode não resolver o problema.
Ao aprofundar minhas pesquisas descobri também o histórico do criador deste suplemento, o qual está disponível na Wikipedia em http://pt.wikipedia.org/wiki/Arnaldo_Valentin_Gauer
Acredito sim que o NQI pode ser considerado como um tratamento alternativo para o problema de cálculos renais, mas apesar do sucesso nos resultados de meus estudos, prefiro ainda manter-me cético quanto ao seu uso, dando preferência aos métodos já utilizados cotidianamente pelos médicos.
Gostaria de continuar recebendo comentários das pessoas que por ventura utilizem o NQI como forma de tratamento alternativo para cálculo renal. Todos os comentários positivos ou negativos são muito bem vindos e as experiências compartilhadas serão extremamente úteis para enriquecer este fórum de discussão.
Comentários de vendedores do NQI não são bem vindos. Este é um fórum com enfoque técnico, científico e experimental, portanto, não serão aceitos comentários relativos à comercialização do produto (onde comprar, qual o preço, ...) ou que não tenham haver com o tema. Nossa intenção não é divulgar nenhum produto ou serviço médico, mas sim buscar o máximo de esclarecimento sobre o tema.
Antes da publicação dos comentários, estaremos sempre verificando a procedência das postagens e se os responsáveis pelos comentários confirmam por e-mail as informações.
Em 07 de Agosto de 2010 postei neste blog uma matéria sobre cálculos renais (litíase, nefrolitíase, pedra nos rins) e os tratamentos disponíveis: http://ademirpessanha.blogspot.com/2010/08/calculo-renal-e-os-tratamentos.html.
Nesta matéria, solicitava que os visitantes relatassem suas experiências com o tema para um posterior trabalho de avaliação. Recebi muitos relatos positivos a respeito do NQI e também muitas perguntas. Após analisar muito bem os fatos, conversei com outros colegas médicos, farmacêuticos, nutricionistas e bioquímicos a respeito de diversos depoimentos deixados em meu blog e também de outros depoimentos que encontrei navegando na internet. Os resultados do meu estudo apontam para um produto que já existe no mercado a muitos anos e que o boca a boca popularizou de forma estrondosa, mas que muitos médicos preferem desconsiderar como opção de tratamento por diversos motivos, dentre os quais está inclusive o fato do fabricante deste produto fornecer a composição exata da fórmula apenas para a ANVISA. Até onde pude compreender, por tratar-se de um suplemento nutricional sem contra indicações, pela legislação brasileira o fabricante está livre de fornecer na rotulagem a informação de quais fosfatos utiliza em sua composição. Certamente, conclui-se que isso ocorre no intuito de proteger os direitos autorais, evitando desta forma que este produto passe a ser manipulado em pequenas farmácias e produzido por outros laboratórios. Fiz contato com o laboratório fabricante do NQI e solicitei uma amostra do produto, mas informaram que não fornecem amostras e que devido a ser um suplemento tampouco trabalham com sistema de visita a médicos.
O NQI funciona para cálculo renal?
Comprei alguns frascos do suplemento e acompanhado de um farmacêutico bioquímico e de uma nutricionista, decidi fazer alguns experimentos. Depositamos uma pedra expelida por um paciente dentro de um tubo de ensaio com água e jogamos o pó de 20 cápsulas do NQI neste recipiente com a finalidade de observar o que poderia ocorrer. O resultado foi impressionante. Passados quatro dias, o que restava da pedra era apenas pó no fundo do tubo. Certamente o resultado no organismo humano depende de fatores muito mais complexos e por este motivo, após ter certeza de que o suplemento está devidamente autorizado pela ANVISA, que realmente é comercializado há muitos anos sem nenhuma incidência negativa relacionada ao seu uso e que também não causa nenhum mal estar a seus consumidores, resolvi testar por um período de 60 dias em cinco pacientes com formação recorrente de litíase (cálculo renal). Os cálculos destes pacientes (todos compostos por oxalato de cálcio) variando entre 3mm e 1,2cm. Obs. O uso em pacientes foi apenas a título de experimento. Devido a não ser um medicamento, não existe nenhuma prescrição ou adoção do NQI como recomendação de tratamento para nenhum tipo de doença.
Mais uma vez os resultados foram impressionantes. O suplemento não causou problemas a nenhum destes pacientes durante o período de uso. Após os 60 dias todos realizaram ultrassonografia e apenas um continuava com pedra no rim, porém com o tamanho significativamente reduzido.
Aos leigos, vejo a necessidade de esclarecer que apesar da aparente eficácia, o produto não se trata de um medicamento, estando descartado das opções médicas normalmente adotadas para tratamento de cálculo renal.
Obviamente que publicações voltadas aos produtos de laboratórios farmacêuticos e medicamentos alopáticos, como “bireme”, “pubmed”, “medline” sequer relatam a existência do produto, afinal, trata-se de um suplemento e não de um medicamento. Recomendo a todas as pessoas com problemas de litíase que sigam a orientação de seus médicos e que realizem o tratamento prescrito pelos mesmos, afinal, apesar de não possuir contra indicações e se mostrar eficaz em muitos casos, o uso do suplemento NQI em alguns casos específicos pode não resolver o problema.
Ao aprofundar minhas pesquisas descobri também o histórico do criador deste suplemento, o qual está disponível na Wikipedia em http://pt.wikipedia.org/wiki/Arnaldo_Valentin_Gauer
Acredito sim que o NQI pode ser considerado como um tratamento alternativo para o problema de cálculos renais, mas apesar do sucesso nos resultados de meus estudos, prefiro ainda manter-me cético quanto ao seu uso, dando preferência aos métodos já utilizados cotidianamente pelos médicos.
Gostaria de continuar recebendo comentários das pessoas que por ventura utilizem o NQI como forma de tratamento alternativo para cálculo renal. Todos os comentários positivos ou negativos são muito bem vindos e as experiências compartilhadas serão extremamente úteis para enriquecer este fórum de discussão.
Comentários de vendedores do NQI não são bem vindos. Este é um fórum com enfoque técnico, científico e experimental, portanto, não serão aceitos comentários relativos à comercialização do produto (onde comprar, qual o preço, ...) ou que não tenham haver com o tema. Nossa intenção não é divulgar nenhum produto ou serviço médico, mas sim buscar o máximo de esclarecimento sobre o tema.
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